Quero que o amor seja meu norte
Sendo entre céu e terra potentado
Será da doce ânsia amparo forte
Podendo ser sempre elevado
Por quem lançar-me no celestial intento,
Por quem encantar-me dando a vida
A caminhar comigo sem sofrimento
Por ti, por mim e à toda parte repelida
Donde não terá lugar para a inveja conduzida
Pelos estridentes gritos escutados
Verás que a alma ficará na frágua ardente
Saciando a torpe sede induzida
Dos infernais assentos atordoados
Na suplica tortura de minha voz plangente
(Aurora, 28-05-08)
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