(Ao amado Bruno)
*Jandé kañemýra, jandé rausúpa,/
sekó poxý suí jandé rejýia.
Vi marchando um cavaleiro à peleja
Travando luta, enleiando-se no combate
E até pedi aos céus, ó senhor, que o proteja
Dos tormentos e das lembranças do embate
Nas pueris memórias é que te tenho
Trovador gentil dos campos estrelados;
Nas palavras já amadas é que te venho
Com alma, mente e corpo já resguardados.
Vi o tempo passar em tuas cavalgadas
Perdendo o caminho de quem mais te ama(va)
Deixando as esquadras entre nós usadas,
Chamei, supliquei, mas o tempo o chama(va).
Pertencemos ao eco de um lugar medonho
Em que o verso entre as almas é tristonho.
**Erehapota
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*Trecho retirado da Cantiga tupi-guarani, em que significa: Amando-nos, a nós condenados,/desviando-nos do mal.
**Em tupi-Guarani: Adeus
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