(A um amigo)
Quando te olho sinto que sei o que faço...
Que sei onde piso...
Que encontrei um amigo!
Quando te ouço com o coração atento
Sinto que te conquistei um abrigo
Sinto que te dei alento...
Quando te falo de mente aberta
Digo que sem ela
Não temos nada e nada temos dela
Apenas há o que se olhar
Há o que se ouvir
Há o que se falar
Já que somos frutos de um amanhecer sem dono
De um florescer sem flores
De um transcender sem cores
Apenas com a sensação da aurora do dia como um todo!
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